ANAREC prevê mais desemprego e dificuldades com os preços altos dos combustíveis

Published On 7 de Janeiro de 2013 | Geral

Combustíveis: Hipers na fronteira vendem mais barato, mas Espanha atrai com preços ainda mais baixos

As más noticias para 2013 não param de chegar, e os portugueses têm razões de preocupação na hora de atestar o automóvel no ano que ainda agora começou. Os preços altos deverão manter-se ao longo de 2013, muito por culpa do enorme consumo dos países emergentes.

Com este cenário a Associação de Revendedores de Combustíveis (ANAREC) prevê grandes dificuldades para o sector, com a principal consequência a ser, a perda de postos de trabalho aumentando ainda mais o desemprego em Portugal.
Segundo presidente da ANAREC, Virgílio Constantino, o país irá atravessar um período muito complicado. Para o sector o que se avizinha é a continuidade da redução do número de vendas com uma respectiva quebra de competitividade. Tudo isto poderá afectar e de que maneira os postos de trabalho do sector.

Aliás já hoje, o preço dos combustíveis voltou a subir na ordem de um cêntimo e meio para a gasolina e meio cêntimo para o gasóleo. Virgílio Constantino afirma que esta subida é uma correcção ligeira provocada pela subida do preço do barril de petróleo.

E como referimos anteriormente, segundo os especialistas do sector da energia, esta tendência deve manter-se ao longo de 2013, pois no último ano, a matéria-prima que serve de base aos combustíveis valorizou-se. Mesmo sabendo que a procura nos países europeus, na América do Norte e em países desenvolvidos da OPCDE está estabilizada, e nalguns até está em queda, a procura dos derivados de petróleo encontra-se porém em crescimento acentuado nas economias emergentes

Este aumento da procura, vai ter um impacto relevante na subida do preço do gasóleo, uma vez que este combustível é cada vez mais usado nos países de grande consumo da OCDE em detrimento da gasolina.

Sabendo que os automóveis que circulam na Europa e em particular em Portugal serem maioritariamente movidos a Gasóleo, não restam muitas alternativas aos consumidores e esperam-se outros aumentos respectivos em serviços tão variados como nos transportes de mercadorias e de pessoas.

Sérgio Gonçalves

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