Chris Harris: a história da RS4

Published On 22 de Junho de 2012 | videos


Há quem comente que Chris Harris é provavelmente um dos melhores apresentadores de programas sobre automóveis. É um excelente ensaiador e induz imensa paixão em tudo o que faz, e na forma em como explica e conduz os automóveis em teste. Exemplo disso é o último comparativo em jeito de homenagem a uma carrinha que foi pioneira em trazer potência para o segmento.

A carrinha em questão é a RS4. Chris começa por testar o modelo que começou a saga de Ingolstadt: a B5 de 2000 com mecânica V6 e dois turbos com 2,7 litros de capacidade. Desenvolvia cerca de 381 cavalos (400nm) e foi construído com a ajuda da Cosworth, o que a tornava num desportivo com camuflagem de carro familiar. Efectuava o sprint de 0 a 100km/h em 4,9 segundos e tinha uma velocidade máxima de 262 km/h (Limitada electronicamente). Capacidades estas que eram transmitidas para a estrada usando o sistema Quattro (4WD) através de uma caixa manual de 6 velocidades.

A carrinha que prosseguiu o sucesso da B5 foi a Audi RS4 B7. Tinha um motor V8 de 4,2 litros mas desta vez não usava turbo como a sua antecessora. Tinha 420 cv às 8250rpm, e apesar de fazer o tradicional arranque de 0 a 100km/h em 4,9, (Velocidade máxima de 250 km/h limitada electronicamente) a forma de ser conduzida era diferente da antiga RS4, pois como Chris Harris faz referência no vídeo era necessário recorrer a rotações mais elevadas para extrair todo o “sumo” do motor. E o mesmo se pode aplicar à nova RS4, que acaba por ser uma evolução do modelo B7. Com mais 30 cavalos, usando o mesmo V8 aspirado capaz de rotações elevadas (as mesmas 8250rpm), mas desta vez em vez da tradicional caixa de 6 velocidade manual, através de uma caixa de velocidades S-Tronic (de dupla embraiagem) e sistema Quattro. Com a ajuda desta caixa, o arranque de 0 a 100km/h fica-se nos 4,7s e a velocidade máxima nos 280km/h.

Chris Harris destaca os melhores e os piores de todas as carrinhas Audi e por fim compara a nova “arma” da Audi com a Mercedes C63 AMG Station.

Sérgio Gonçalves

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